segunda-feira, 10 de março de 2014

Ruinas no meu peito

Costumava estar só,
e em cada noite desejava um amor
desejo ardente e insaciável,
que me trouxe muitos amores
talvez uma pra cada noite
hoje continuo só,
sem amores e sem desejo de novos amores
mas pra casa uma das noites  que hoje vivo
uma poesia nasce em mim
 dos vários amores que por mim passaram
 em noites ternas de capricho de um desejo amargo
desejo que em noites como essa se convertem e me levam

a um estagio débil  de solidão.